terça-feira, 20 de abril de 2010

Essência, máscara

Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos.

Um comentário:

Menina disse...

Flor, adorei o blog!
Aqui há policromia no cinza!!

Beijitos!!